DESMITIFICANDO A LINGUAGEM JURÍDICA: SIMPLIFICAR SEM BANALIZAR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21512920

Palavras-chave:

cidadão; discurso; semântica; terminologia.

Resumo

A linguagem jurídica, no contexto atual, passa por várias críticas, sobretudo quando se trata da compreensão da terminologia do Direito por parte do cidadão comum. A partir do ano de 2005, diversas campanhas têm sido empreendidas nos tribunais brasileiros em prol da simplificação da linguagem jurídica, mas falta uma conscientização dos profissionais do Direito e do próprio ordenamento jurídico acerca dos entraves linguísticos referindo-se ao acesso à justiça. Partindo dessas considerações, surge a necessidade de refletir o que é e como simplificar uma linguagem técnica e hermética como a linguagem do Direito. Adotando os pressupostos da pesquisa doutrinária, este artigo visa à análise dos argumentos positivos e negativos acerca da simplificação da linguagem jurídica e uma simplificação ponderada, haja vista as especificidades semânticas, sintáticas, lexicais e pragmáticas do discurso jurídico.

 

Biografia do Autor

  • Tadeu Luciano Siqueira Andrade, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

    Pós-doutorado em Linguística (UNB). Doutorado em Linguística pela Universidade de Brasília. Mestre em Linguística pela Universidade Federal da Paraíba. Especialista em Português Jurídico - Universidade Cândido Mendes e em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Cândido Mendes. Graduado em Licenciatura Plena em Letras com Inglês pela Faculdade de Formação de Professores de Serra Talhada. Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador.

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Publicado

2026-07-27